sexta-feira, 25 de maio de 2018

📲 10 dicas para diminuir o uso de dados no seu aparelho Android

Nos dias de hoje, dados móveis significam dinheiro – e se você não otimizar o seu smartphone para lidar com eles de forma inteligente, estará jogando dinheiro fora. 

A boa notícia é que é relativamente fácil reduzir o seu uso de dados mobile sem um impacto significativo na sua experiência do dia-a-dia. 

Por conta disso, montamos esse especial com 10 dicas para te ajudar nesta tarefa cada vez mais necessária.

1-Faça um diagnóstico do seu uso de dados
É preciso entender um problema antes de poder resolvê-lo. Por isso, inicie o processo ao acessar as configurações do sistema e buscar pela opção Uso de Dados dentro da seção Internet e Rede/Conexões. Toque nela e então selecione Uso de Dados Móveis na tela que aparecer.

Isso mostra uma visão detalhada sobre quais apps usaram a maior quantidade dos seus dados nos últimos 30 dias. É provável que os maiores “culpados” sejam aplicativos de redes sociais, navegadores e serviços de streaming de áudio e vídeo. 

Caso veja algo que chame a atenção, toque no app para ter uma visão mais detalhada. Assim você poderá saber quanto desse uso de dados aconteceu em primeiro plano – em outras palavras, o resultado de algo que você fez com a tela ligada e quanto foi em segundo plano ou seja, sem o seu envolvimento ativo.

2-Lute contra o uso desnecessário em segundo plano
Agora que sabemos o que está “devorando” os seus dados mobile, é hora de começar a resolver o problema. Vamos começar fazendo uma busca e limitando casos específicos de uso desnecessário de dados em segundo plano. Apps de notícias e redes sociais costumam ser os piores neste sentido, uma vez que fazem verificações regulares ao longo do dia para "puxar" novas atualizações. É possível desabilitar esse comportamento na tela anterior e diretamente nos aplicativos e, na maioria dos casos, você nem sentirá a diferença.

Um a um, abra os apps de notícias e rede sociais no seu smartphone e busque por oportunidades para economizar dados nas configurações deles. 

Caso algum aplicativo desta lista não apresente nenhuma maneira óbvia de controlar o uso de dados nas configurações próprias, então é preciso assumir o controle no nível do sistema: vá até a seção Apps das suas configurações de sistema e toque no app desejado. Clique em Uso de Dados/Dados Móveis e então desative a chave próxima à opção Uso de Dados em Segundo Plano/Permitir Uso de Dados em Segundo Plano. Isso evitará que o app use dados em segundo plano a não ser que você esteja conectado com uma rede Wi-Fi.

(É importante usar o bom senso para mexer com essas configurações. Se você desabilitar o uso de dados em segundo plano para um aplicativo de mensagens, por exemplo, então esse app não conseguirá receber mensagens quando você estiver na rua durante o dia. E isso provavelmente não é algo que você quer.) 

3-Pelo fim da insanidade do autoplay
Os vídeos estão entre os principais consumidores de dados, e muitos aplicativos possuem o péssimo hábito de reproduzir os clipes mesmo quando você não está prestando atenção.

Apps de redes sociais, por exemplo, adoram reproduzir vídeos de forma automática à medida que você navega pela timeline ou pelo feed. A boa notícia é que é possível mudar isso.

Abra o app do Facebook para Android, vá até o menu principal e busque pela opção Configurações de Aplicativos e vá até Reprodução Automática. Lá, você poderá escolher entre Apenas em Conexões WI-FI ou Nunca Reproduzir Vídeos Automaticamente. Você poderá encontrar configurações parecidas no Twitter e em outros aplicativos do tipo. 

4-Comprima sua experiência web
O próximo passo é simples o bastante: fazer com que seu navegador use menos dados. O Chrome possui uma opção para isso chamada Data Saver, que encaminha as páginas pelos seguidores do Google para que elas estejam comprimidas quando chegarem até você. Esse processo pode economizar uma quantidade significativa de dados e tornar a sua navegação ainda mais rápida.

Para testar, acesse as configurações do Chrome e busque pela opção Data Saver. Toque nela e então certifique-se que a chave esteja ativada.

Caso queira ainda mais ferramentas de economia de dados, vale experimentar o Opera Mini. O navegador oferece a sua própria forma de compressão remota de páginas e fornece uma variedade de configurações para controlar a otimização. 

5-Otimize seus apps de música e mídia
Costuma ouvir música em apps de streaming como Google Play Music, Spotify e Deezer no caminho de ida e volta do trabalho/faculdade? Então é importante tomar medidas para diminuir o uso de dados, o que inclui ajustar a qualidade da música, escolhendo normal em vez de automática, alta ou extrema, por exemplo. Também é importante garantir que a opção Baixar pela Rede de Celular esteja desativada, para que o download só aconteça em redes Wi-Fi. Outra maneira de evitar o gasto desnecessário de dados com esses apps é baixar com antecedência os discos que você quer ouvir (em uma rede Wi-Fi) – mas essa alternativa só é válida para os assinantes das plataformas. 

Como dito anteriormente, os videos podem ser vilões no uso de dados. Por isso, é importante colocar o YouTube em uma espécie de “dieta de dados”. Para isso, abra o aplicativo e vá até a seção Gerais das configurações. Lá, você encontrará a opção Limitar Dados Móveis. Ative-a, e o app passará a usar um modo de stream de qualidade menor – e que usa menos dados – sempre que você estiver em uma rede móvel. Desta forma, os vídeos só serão reproduzidos em alta definição quando você estiver em uma rede Wi-Fi. 

6-Navegação off-line
Sabe onde mais você pode baixar dados com antecedência para evitar o uso desnecessário do seu plano de dados? No Google Maps. Na próxima vez que souber que vai precisar usar a navegação pelo app, abra o Maps antes (enquanto ainda estiver no Wi-Fi), busque pela cidade por onde você irá andar, então vá Mais Informações (More Info) e selecione a opção Download no menu que aparecer. 

Assim você poderá visualizar e gerenciar seus mapas baixados na seção Mapas Offline no menu principal do Maps.

7-Teste versões light de apps e sites
Um número cada vez maior de serviços agora oferece versões mais simples dos seus aplicativos – apps feitos explicitamente para usar menos dados enquanto entregam uma experiência razoavelmente boa. 

O Google possui um pacote completa de apps com a marca “Go” para esse objetivo. Mas apenas alguns deles estão disponíveis para o público geral, como o Google Maps Go, YouTube Go e o Files Go – os outros, como Gmail Go e Google Assistente Go só estão disponíveis para aparelhos Android Go.

O Facebook também oferece versões mais leves do seu app principal e do Messenger, enquanto que o Skype está finalizando uma versão “lite” do seu cliente para Android. Vale destacar ainda que o Twitter possui o Twitter Lite. A lista é grande e vale dar uma busca pela Google Play Store.

8-Dispensáveis
Agora é uma boa hora para pensar em quaisquer aplicativos no seu telefone que você não usa há algum tempo e desinstalá-los (ou desabilitá-los, caso tenham vindo pré-instalados e não possam ser removidos) especialmente se eles apareceram na lista dos apps que mais usam dados em segundo plano. 

9-Acabe com o uso desnecessário de dados
Se você tentou todas as opções acima e ainda sente que poderia usar menos dados, há um passo ainda mais a extremo a ser tomado e ele é drástico. 

Desde o Android 7.0 Nougat, o sistema do Google possui uma ferramenta chamada Data Saver que evita que a maioria dos apps usem dados móveis a não ser que eles estejam na sua tela e sendo usados de forma ativa. Isso significa que os apps não poderão fazer nada em segundo plano, incluindo atualizar e te notificar sobre novas mensagens, a não ser que você esteja no Wi-Fi (ou que libere manualmente algumas exceções). E mesmo os apps que você estiver usando ativamente em primeiro plano serão frequentemente forçados a ajustar os seus comportamentos para utilizar menos dados. 

É uma medida severa, com certeza. Mas se você está desesperado para cortar o uso de dados, mesmo que temporariamente, vale considerar essa opção. É possível encontrar o recurso na seção Conexões/Redes e Internet das configurações de sistema, dentro da área Uso de Dados basta acionar a função Protetor de Dados. 

10-Deixe o Google te ajudar a gerenciar os seus dados
Por fim, vale lembrar que o Google lançou recentemente um aplicativo chamado Datally que consegue lidar com todo o trabalho pesado do gerenciamento de dados por você. A solução gratuita te fornece um único lugar para analisar o seu uso de dados por app, dia e até hora e para também gerenciar a função Data Saver, do Android, com controles simples e fáceis de usar. O app também pode encontrar e sugerir redes Wi-Fi de alta qualidade na sua área.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

💭 Você sabe onde a Apple armazena os seus dados do iCloud?

A nuvem é um conceito, não um lugar, apesar de que “coletivamente” a cloud é formada por lugares. A computação na nuvem se refere à agregação de servidores sobre os quais você não precisa saber muito para ser beneficiado por eles. Isso pode funcionar para armazenamento, como o iCloud Drive, o Amazon Cloud Drive ou o Google Drive, ou para computação e outros objetivos mais específicos. Quando você usa um serviço baseado em cloud, as suas ações e dados podem ser divididos em muitas máquinas e drives talvez até mesmo entre continentes. 

O leitor Craig escreveu recentemente para a Macworld dos EUA com uma pergunta sobre o assunto após ler que a Apple armazena uma parte dos dados do iCloud nos servidores de outras empresas. “Quais dados/serviços são hospedados/armazenados nos data centers próprios da Apple e quais dados/serviços são hospedados/armazenados em data centers do Google? Não consegui encontrar nada sobre isso em buscas na web e nos fóruns da Apple.” 

A resposta curta: você não tem como saber de forma precisa, apesar de que a maior parte dos dados dos seus arquivos estão em servidores do Google ou da Amazon.

Veja a resposta longa abaixo.
Em janeiro de 2018, a Apple revelou no seu iOS Security Guide que armazena dados de arquivos do iCloud nos sistemas comerciais de armazenamento na nuvem da Amazon e do Google - o S3 e o Google Cloud, respectivamente. Outros serviços de terceiros também podem ser usados, como aponta a linguagem da Apple no texto que fala sobre sistemas “como esses’ dois e não exclusivamente.

A Apple ressalta que criptografa os arquivos que armazena em outros serviços ao quebrá-los em “pedaços” e usando uma criptografia forte em cada um deles. A empresa armazena os metadados – informações que descrevem os arquivos e todas as chaves de criptografia nos seus próprios arquivos, enquanto que esses pedaços de arquivos são armazenados de forma anônima no Amazon S3 e no Google Cloud (e onde mais for). 

Essa é uma maneira totalmente razoável e comum de usar os produtos de armazenamento e ainda assim garantir que, caso esses dados sejam interceptados ou baixados, eles não terão nenhuma utilidade efetiva para quem colocar as mãos neles.

A companhia de Cupertino opera diversos data centers, mas aparentemente ainda não conseguiu chegar a hospedar as quantidades enormes de drives necessários para armazenar os conteúdos de arquivos do iCloud. Por conta da quantidade gigantesca de data centers que a Apple possui, você pode se perguntar onde todos esses servidores estão sendo usados, mas é preciso muita computação para gerenciar a sincronização e o backup do iOS, iCloud Drive, iTunes Store e Apple Music, e a criptografia de arquivos envolvida com as centenas de milhões de usuários e todos os apps de terceiros que usam recursos baseados no iCloud.

Isso poderá mudar no futuro, uma vez que a Apple planeja investir cerca de 10 bilhões de dólares em data centers apenas nos EUA nos próximos cinco anos. E para atender às leis chinesas, a companhia inaugurou um data center na China, com outro já planejado, para armazenar os dados dos seus clientes dentro do país.

Caso você fique preocupado sobre onde os seus dados do iCloud são armazenados, pode considerar usar um sistema de armazenamento que não ofereça um volume montável, mas forneça criptografia controlada pelo usuário e nunca chegue a ter em mãos a sua senha ou chaves de criptografia. 

Um exemplo de serviço desse tipo é o SpiderOak. Apesar de ser tecnicamente uma plataforma de backup, ele também oferece sincronização. A abordagem da empresa significa que, não importa onde os dados estão armazenados, não há chance de que qualquer outra pessoa terá acesso às chaves para decodificar essas informações.

📸 Saiba como recuperar fotos deletadas no PC e no smartphone

Apagar fotos e então perceber que cometeu um erro pode ser um momento de fazer parar o coração de qualquer um. Mas desde que você tenha acabado de deletar as imagens, deverá conseguir recuperá-las. 

O método vai depender de qual aparelho você usa, mas o processo geral é o mesmo – assim como com a recuperação com qualquer tipo de arquivo.

Recupere fotos deletadas no Windows
Por padrão, se você selecionar alguns arquivos e apertar a tecla Delete, o Windows vai colocar os documentos na Lixeira. Mas isso não significa que eles foram apagados: eles só foram movidos para um local diferente. 

Abra a Lixeira e então busque pelas fotos - é possível filtrar a pesquisa pelo tipo de arquivo, como JPG, JPEG, DNG ou RAW. Feito isso, clique na opção para restaurá-las.

Caso as imagens não estejam na Lixeira e tenham sido realmente deletadas, você ainda pode recuperá-las. Quando o Windows apaga arquivos, ele apenas marca o espaço onde eles estavam armazenados no HD como “desalocado”, o que é essencialmente apenas uma marcação para dizer que o espaço pode ser usado para novos arquivos.

Isso é mais rápido do que apagar os arquivos em si e significa que softwares de recuperação podem escanear o seu disco e buscar por fotos neste espaço “desalocado”.

Softwares para recuperação de fotos
Existem muitos utilitários para recuperação de imagens. Separamos alguns na lista abaixo que você pode testar:
Antes de baixar ou instalar um programa desse tipo, lembre que esse processo também sobrescrever algumas das fotos deletadas, então é melhor usar um computador diferente para fazer o download do aplicativo. E também é melhor escolher um utilitário que possa ser instalado em um pendrive/unidade USB e rodado a partir daí.

É por essa razão que recomendamos a versão “portátil” do Recuva, da Piriform. Certifique-se de ler as instruções de instalação nesta página. O Recuva é fácil de usar porque conta com um guia para te auxiliar no processo de escolha dos arquivos que você quer recuperar e de apontar onde eles estão localizados (você pode selecionar uma opção “Não tenho certeza”) antes de realmene iniciar a busca pelos arquivos. 

Feito isso, uma lista deverá aparecer. Você pode marcar as caixas próximas aos arquivos que você quer recuperar e escolher onde salvá-los. Idealmente, escolhe um HD ou pendrive diferente.

Os nomes originais dos arquivos provavelmente terão sido substituídos por textos/códigos sem muito sentido, mas pelo menos você terá recuperado as suas fotos. 

Recupere fotos deletadas de um cartão SD
Caso você tenha apagado fotos de um cartão SD, use o mesmo processo descrito acima, mas você não precisa se preocupar em baixar e instalar o software no seu PC: fazer isso não irá sobrescrever essas imagens deletadas.

Mesmo que você não escolha o Recuva, basicamente todos os principais apps de recuperação de arquivos funcionam de maneira parecida.

Recupere fotos deletadas do iPhone
Se você deletou fotos no seu iPhone ou iPad, há uma pasta chamada Deletados Recentemente (Recently Deleted) na seção Álbuns do app Fotos. Ela mantém as fotos e vídeos apagados por 30 dias. Por isso, se esse período ainda não tiver passado, você pode selecionar as imagens que quiser e restaurá-las para o seu rolo de câmera (agora chamado de All Photos). 

Recupere fotos deletadas do Android
Desde que você use o Google Fotos no seu aparelho Android, encontrará um sistema similar ao do iPhone que te permite encontrar imagens deletadas recentemente em uma Lixeira.

Abra o app do Google Fotos, toque no ícone do menu (três linhas horizontais) e então em Lixeira.

Toque e segure o dedo apertado nas imagens que quiser recuperar e toque em Restaurar (Restore) na parte inferior da tela. As fotos voltarão aos locais originais no armazenamento do smartphone.

🔐 5 dicas essenciais para elaborar senhas seguras

As inúmeras contas no mundo virtual exigem criatividade para a elaboração de tantas senhas. Utilizar senhas fortes é fundamental para proteger sua informação no ambiente da web. Mas, para serem eficazes, é preciso conseguir guardá-las em um lugar seguro ou memorizá-las. Além disso, é preciso tomar alguns cuidados na elaboração das senhas e trocá-las com frequência. 


Diante dessa sopa de letras, números e caracteres especiais, a coordenadora de comunicação da HostGator, provedor de hospedagem de sites e outros serviços relacionados à presença online, Vanessa Fetter, dá algumas dicas que podem ajudar na sua segurança.

1. Evite as senhas comuns
Data de nascimento do filho, nome do parceiro e números sequenciais estão entre as senhas mais comuns e, portanto, mais vulneráveis. Evite também senhas como número de telefone, partes de endereço ou mesmo nomes de animais de estimação ou de amigos mais próximos, que podem ser rastreáveis.

2. Tenha atenção para a estrutura das senhas
Número mínimo de caracteres e a inserção de letras maiúsculas, minúsculas e símbolos são requeridos em muitos sites. Mas, para garantir uma senha segura, é importante ir além e ter em mente algumas características principais: ter no mínimo oito caracteres; ter no mínimo duas letras maiúsculas; pelo menos uma letra minúscula e pelo menos um número e dois símbolos. 

3. Como criar senhas usando o Leet Gerador de Senhas
Um grande aliado na criação de senhas seguras é o método Leet, que é uma forma de escrita que utiliza combinações de caracteres ASCII para substituir letras do alfabeto latino, em uma espécie de criptografia. Para ter um exemplo básico de leet escolha uma palavra simples, com no mínimo oito letras. Depois troque duas delas por símbolos que pareçam semelhantes com as letras. Em seguida, mude ao menos uma letra para um número parecido. Ao final, é só trocar duas letras minúsculas pelas maiúsculas. Uma senha como “hostgator” fica, então, Ho$tG@t0r.

Outro bom aliado para criar senhas é o Gerador de senhas da HostGator. O recurso permite que você escolha opções só com letras e números ou amplie a proteção adicionando caracteres especiais. Com isso, a segurança de senhas nunca será o problema.

4. Fuja das senhas repetidas
Além disso, é importante nunca repetir as senhas. E, se for deixar algum lembrete, guarde o mais longe possível do computador e procure não guardar em arquivos digitais, como o bloco de notas. Ter um pouco de paciência e manter esses cuidados pode evitar muito incômodo na sua vida online — e fora dela. 

5. E se você for cliente de comércio eletrônico?
Se você for comprar alguma coisa nas redes, antes de sair digitando a senha ou fazer o cadastro, é preciso também verificar se o site em que se está navegando é seguro. Um bom indício é observar o Certificado SSL, que adiciona proteção aos sites, blogs e lojas virtuais. Páginas que têm essa solução instalada passam para o formato HTTPS e ganham um cadeado verde, que aparece fechado e com a inscrição “seguro”, indicando uma navegação em uma conexão criptografada. Para saber se um site tem segurança, fique atento à tríplice HTTPS, inscrição de “seguro” e cadeado.

domingo, 20 de maio de 2018

🚗 Fique atento: Novo golpe mira usuários do Uber para roubar dados pessoais e de cartão de crédito

Fique atento, um novo golpe orquestrado por cibercriminosos miram usuários do app de transportes Uber para roubar dados pessoais e financeiros das vítimas. 

A Norton by Symantec identificou uma campanha de phishing com um suposto desconto de R$ 100 nos serviços da Uber. 

Segundo a companhia, ao acessar o link disponibilizado no e-mail, a vítima é redirecionada para uma página na qual é induzida a cadastrar-se na Uber para receber o desconto. 

Ao clicar no botão de cadastro, o usuário é redirecionado para uma página com layout semelhante a da Uber, onde são requisitados dados como nome, CPF, telefone, além de informações do cartão de crédito. 


Ao completar os dados, um pop-up confirmando o "sucesso no cadastro" é apresentado e a vítima é, enfim, redirecionada para a página oficial de login da Uber.

"Este tipo de golpe não é novo, mas ver que uma campanha como essa continua afetando milhares de pessoas reforça a atenção que o usuário deve ter com promoções de empresas populares. Sempre desconfie de promoções muito vantajosas, principalmente se não for capaz de confirmar a procedência", afirma Nelson Barbosa, especialista em segurança da Norton.

Os consumidores acreditam estar seguros e protegidos online, porém os hackers têm provado o contrário, roubando US$ 172 bilhões de 978 milhões de consumidores em 20 países no último ano, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report 2017. 

"As pessoas estão se tornando mais confiantes a medida que vão ganhando experiência no mundo digital e acreditam correr baixo risco de se tornar vítima de crimes virtuais", finaliza Nelson.

Como previnir 

Em primeiro lugar, é preciso estar atento para identificar e não cair na tentação de abrir e-mails falsos que prometem descontos. Na lista abaixo, a Norton reuniu dicas de segurança:

Verifique o remetente: o domínio pode aparentar ser verdadeiro como "@empresa.com", mas observe se é do endereço utilizado pelo suposto remetente do e-mail;

Preste atenção se há destinatários múltiplos, com muitos endereços indicando um envio massivo;

No assunto: os e-mails falsos utilizam assuntos que demonstrem urgência para atrais a atenção das vítimas, como pendências de pagamento de serviços populares e atualização ou revisão de uma conta ou serviço;

Links: nunca clique no link sem ter certeza de que o mesmo é confiável;

Conteúdo: erros de ortografia, ofertas muito vantajosas ou a ameaça de que algo ruim vá acontecer caso não sejam seguidas as instruções do e-mail são indícios que ele pode ser falso.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

💻 INSS vai liberar pedido de aposentadoria pela internet a partir de segunda

A partir de segunda-feira (21) o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de agendar o atendimento presencial para os pedidos de aposentadoria por idade urbanos e salário-maternidade.

Os segurados não vão precisar ir a uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para entregar os documentos para dar entrada na solicitação de benefícios. Inicialmente, o serviço só estará disponível para o salário-maternidade e a aposentadoria por idade.

No modelo convencional, o segurado precisa agendar o atendimento em uma unidade do INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Agora, o pedido desses benefícios poderá ser feito pela internet, no "Meu INSS" e pelo telefone 135. Somente se necessário, o trabalhador será chamado para ir à agência do INSS perto de sua casa.

De acordo com o INSS, nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível a concessão automática do benefício, isto é, à distância.

Pedido digital
O serviço que estará disponível a partir de segunda-feira é diferente do modelo chamado INSS digital, já adotado no Rio de Janeiro e em mais da metade da rede de atendimento do INSS. Nessas unidades, o segurado ainda precisa ir pessoalmente em uma unidade. Nessa ocasião, apenas leva os documentos para serem escaneados no dia do atendimento agendado. As cópias digitais são encaminhadas a um polo de concessão, que analisa o requerimento. Enquanto isso, o trabalhador recebe o número do protocolo de requerimento para acompanhar pela internet e telefone o andamento do pedido.

Cadastro
Para poder fazer as operações disponíveis no 'Meu INSS', vale destacar que é preciso um cadastro no serviço, que pode ser feito entre três e cinco minutos. O segurado precisa ter em mãos o nome completo, CPF, data e local de nascimento e nome da mãe para que o sistema gere uma senha de acesso provisório. Assim que o login for efetuado, aparecerá uma mensagem instruindo o segurado a criar a própria senha.

Depois desse processo, o segurado já pode conferir todos os serviços oferecidos pelo portal, como a simulação do tempo que falta para a aposentadoria, agendamentos, entre outros. Também existe a possibilidade de baixar o app Meu INSS pelo smartphone. O aplicativo está disponível para celulares com sistema operacional Android. Para realizar o download, basta acessar o Google Play Store e clicar no botão “Instalar”.

👀 CUIDADO: Vírus de Android promete convites do Nubank para infectar celulares


Ninguém discute a popularidade do Nubank, a empresa que nasceu com o cartão de crédito roxo sem tarifas e está se expandindo rapidamente, oferecendo até mesmo a NuConta, sua conta digital. No entanto, tudo que é popular também vira isca para golpes do cibercrime. Uma nova ameaça recém-detectada usa a empresa para infectar celulares Android.

O vírus foi descoberto pelo perfil @defesa_digital no Twitter, especializado em descobrir e reportar novas ameaças online. A publicação mostra com clareza o método do ataque, que se desenvolve por e-mail.

Tudo começa com um e-mail falso, que tenta enganar a vítima com um convite falso para se cadastrar no Nubank e ter acesso ao cartão de crédito. Pelo fato de o cartão ser concorrido, o sistema de indicação da empresa é real e, em teoria, permite passar na frente da fila de espera, que às vezes pode ser demorada. Isso faz com que os convites sejam algo bastante desejado pelo público e se tornem uma boa isca.


A mensagem no corpo do texto é bem produzida e imita bem a identidade visual do Nubank, o que é um cuidado que muitos cibercriminosos não têm. No entanto, ele induz a vítima a baixar um aplicativo para acessar o serviço, com o nome de “Nubank Convidado.APK”, que obviamente não é o app oficial da empresa e é baixado por fora do Google Play, driblando as proteções do Google.

Uma avaliação pelo site Hybrid Analysis mostra que o aplicativo tem más intenções com o celular do usuário. Entre as capacidades do app estão a possibilidade de interceptar, ler e enviar mensagens SMS, além de ser identificada a possibilidade de envios de email, o que ajuda a praga a se espalhar. 

O vírus também permite a execução remota de código após o celular ser reiniciado, o que significa que o celular passa a estar à disposição do cibercrime para extrair informações pessoais ou realizar outras ações que possam prejudicar o usuário.

A melhor dica para evitar armadilhas deste tipo é sempre dar preferência por usar e baixar aplicativos disponíveis no Google Play, onde está o app oficial do Nubank. 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

📬 "Saiu para entrega" Funcionário dos Correios é suspeito de vender mercadorias desviadas


A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (16) mandado de busca e apreensão na residência de funcionário dos Correios suspeito de desvio de equipamentos eletrônicos, telefones celulares e outras mercadorias despachadas através do serviço de encomendas da empresa.

As investigações apuraram que mercadorias de alto valor, aparentemente extraviadas no âmbito dos Correios, haviam sido desviadas e comercializadas em site e aplicativo de comércio eletrônico.


A averiguação dos compradores dessas mercadorias revelou possível participação de um funcionário dos Correios nos desvios. Em sua residência, foram apreendidas diversas mercadorias, algumas inclusive dentro de caixas originais lacradas e com notas fiscais em nome dos reais destinatários, cujo valor estimado é superior a R$ 30 mil.

O investigado será indiciado pela prática do crime de peculato, cuja pena máxima é de 12 anos de prisão, podendo inclusive perder o cargo público que ocupa em caso de condenação.

terça-feira, 15 de maio de 2018

💭 Google anuncia mudanças em seus planos de armazenamento na nuvem

O Google anunciou nesta segunda-feira, 14, uma reformulação no Google Drive, válida, por ora apenas nos EUA. 

Agora sob a alcunha de Google One, os planos pagos do serviço de armazenamento na nuvem da empresa incluirão uma nova opção, de 200 GB, e outra de melhor custo-benefício, de 2 TB por 10 dólares ao mês – mesmo valor cobrado até então pela agora extinta opção de 1 TB.

Os valores do Google One começam nos 2 dólares ao mês para o plano de 100 GB e vão até 300 dólares por mês para 30 TB de espaço na nuvem. O Google Drive seguirá existindo, mas englobando agora apenas os 15 GB gratuitos compartilhados com o Gmail. 

Assinantes de suas opções pagas terão os planos atualizados para o One automaticamente dentro dos próximos meses, inicialmente em território norte-americano. A lista completa de planos inclui: 

- 100 GB por 2 dólares/mês
- 200 GB por 3 dólares/mês (novo plano)
- 2 TB por 10 dólares/mês (valor cobrado pelo plano de 1 TB até então)
- 10 TB por 100 dólares/mês
- 20 TB por 200 dólares/mês
- 30 TB por 300 dólares/mês

A mudança de nome acontece por que a atualização ainda traz outras novidades, como acesso rápido a especialistas da empresa para suporte 24 horas por dia e ajuda “com nossos produtos para o consumidor final e serviços”, de acordo com a publicação no blog da empresa. Também será possível compartilhar o plano com até cinco membros da família para simplificar a cobrança no final do mês, além de ter acesso a benefícios de outros produtos da marca – o Google cita créditos no Google Play e até descontos em hotéis encontrados na busca, com mais novidades planejadas.

O Google, no entanto, não deu uma estimativa para o lançamento da novidade no Brasil. Em comunicado, a empresa se limitou a dizer que está “trabalhando para expandir o serviço para mais mercados nos próximos meses”.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

📰 Facebook lança ferramenta que identifica notícias falsas

A disseminação das fake news (notícias falsas) no Facebook, infelizmente, já faz parte da rotina de vários brasileiros. É só entrar na rede social e ser bombardeado de conteúdos recheados de falsas informações.

O bom é que, depois do escândalo envolvendo o uso de dados de mais de 87 milhões de usuários como arma política, o Facebook intensificou uma série de mudanças em suas regras e produtos, incluindo o combate a notícias falsas como uma de suas prioridades. 

A prova disso é que a partir da próxima semana os usuários brasileiros terão acesso a um novo recurso na rede social que vai exibir se uma notícia é verdadeira ou não. Tudo isso com a ajuda das agências de checagem de informações Aos Fatos e Agência Lupa.


Vai funcionar assim: Notícias que forem denunciadas como falsas pelos usuários do Facebook vão chegar até as agências para que elas analisem sua veracidade.

Caso o conteúdo seja classificado como falso, o Facebook vai reduzir a distribuição orgânica (aquela que não é preciso pagar para ser disseminado) no feed de notícia das pessoas. Na parte dos usuários, o Facebook vai enviar notificações alertando sobre a veracidade ou não da notícia.

Além disso, a página que insistir em compartilhar repetidamente conteúdos falsos terá todo o alcance "prejudicado".

"Esse mecanismo permitiu cortar em até 80% a distribuição orgânica de notícias consideradas falsas por agências de verificação parceiras nos Estados Unidos, onde a ferramenta já está funcionando há algum tempo", afirmou a empresa.

"Notícias consideradas falsas pelas agências de verificação não poderão ser impulsionadas no Facebook. E as páginas que publicarem com frequência tais conteúdos não terão mais a opção de usar anúncios para construir suas audiências", acrescentou.

🤖Olimpíada Brasileira de Robótica está com inscrições abertas até 18 de maio

A Olimpíada Brasileira de Robótica - OBR 2018 está com as inscrições abertas até 18 de maio

Com mais de dez anos de realização, a iniciativa é dividida em duas modalidades: prática e teórica. A OBR é totalmente gratuita e podem participar alunos matriculados em escolas dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico. A coordenação nacional desta edição é da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Na modalidade teórica, os alunos não precisam ter conhecimento específico de robótica e, na primeira fase, prevista para 8 de junho, as provas são realizadas diretamente na escola de cada estudante inscrito. Já a segunda fase da modalidade teórica ocorre no dia 24 de agosto, nas sedes regionais da OBR. As provas são elaboradas por uma comissão de professores e todas as questões demandam conteúdos dos ensinos Fundamental e Médio para resolver problemas práticos do dia a dia, a partir da robótica. Os melhores alunos dessa modalidade recebem medalhas de ouro, prata e bronze e de mérito, de acordo com o desempenho no nível nacional.

A modalidade prática consiste em um desafio: considerando a simulação de um desastre ambiental, as equipes de até quatro alunos recebem a missão de construir um robô completamente autônomo, ou seja, sem controle remoto, capaz de navegar por um terreno acidentado, localizar vítimas e resgatá-las. Os inscritos na modalidade prática deverão participar de eventos regionais e, conforme sua classificação, das etapas estaduais e da final nacional, que ocorrerá em João Pessoa (PB), em novembro de 2018.

A novidade deste ano é que, além dos níveis 1 e 2 (alunos do Fundamental e Médio), haverá um terceiro, o "nível zero", voltado a alunos de 1° a 3° anos do Ensino Fundamental, com idade entre 6 e 8 anos, com o objetivo de difundir a robótica como estratégia de educação a ser aplicada desde o início do ciclo educacional.

A OBR tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de diversas instituições em todo Brasil. Participam também da organização nacional o Colégio Técnico de Campinas (Cotuca-Unicamp), Sesi-São Paulo, RoboCup, Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), Mostra Nacional de Robótica (MNR), Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e os ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

📱 10 mitos e verdades sobre o desempenho da bateria do seu celular

A bateria tem se tornado um dos temas mais discutidos pelos usuários de smartphones. Seja pelos perigos causados pelo explosivo Galaxy Note 7, da Samsung, ou pela grande autonomia oferecida por modelos como o Zenfone4 Max, da Azus, e o Galaxy A9, da própria Samsung, as pessoas sempre estão interessadas em encontrar formas de fazer com que aparelhos fiquem ligados por mais tempo para acessar as redes sociais, assistir a vídeos e executar jogos.

Apesar de diversas tentativas dos usuários, muitos ainda têm informações bem diferentes sobre qual a melhor forma de conservar a bateria do celular . Pensando em acabar com as principais dúvidas dos usuários, Everton Vianna, consultor de tecnologia, elenca alguns mitos e verdades sobre o assunto, além de trazer dicas sobre como otimizar seu uso. 

1) A bateria pode ficar viciada?
Ainda que tenha perdido seu desempenho original, demore mais tempo para completar sua recarga ou descarregar mais rapidamente, sua bateria provavelmente não está viciada. Isso porque os celulares fabricados atualmente costumam usar baterias de íon de lítio, o que significa que ela não vicia e pode ter cargas parciais sem estragá-las. Os aparelhos mais antigos podem apresentar algo desse tipo pois eram fabricados com baterias de níquel-cádmio, que eram sujeitas a algo conhecido como "efeito memória".

2) A primeira carga em celulares novos ainda é necessária?
Provavelmente por conta dos aparelhos mais antigos, muitos usuários acreditam que os celular que saem de fábrica precisam receber uma carga inicial para não viciarem. A prática, no entanto, não é necessária, já que os modelos costumam ser vendidos com uma carga parcial. Como as baterias não viciam, fica a seu critério fazer a primeira recarga ou não, mas lembre-se que isso não influenciará no desempenho do aparelho.

3) Posso usar o celular até ele descarregar totalmente?
Essa é uma das piores situações que o usuário pode submeter seu celular. Por conta da tecnologia de íon de lítio, deixar o aparelho ficar completamente sem bateria faz com que ela diminua sua vida útil. Apesar do risco, muitas empresas já sabem desse problema e já fabricam seus aparelhos de forma a desligá-los quando chegam a uma carga de cerca de 5%. Com essa estratégia, a bateria não fica totalmente sem carga e sua vida útil é preservada.

4) Deixar o celular carregando por muito tempo é ruim?
Neste caso, é importante fazer algumas pontuações. Caso o seu carregador seja original e não possua nenhum defeito, o risco é quase nulo, já que os celulares atuais já saem de fábrica com formas de cortar a alimentação de energia quando chegam nos 100% para não ficarem superaquecidos. Por outro lado, se o carregador não é original, a melhor saída é ficar de olho. A comunicação entre o acessório e o celular pode ser falha e aquecer o aparelho, podendo queimar o smartphone ou até mesmo colocando-o sob risco de explosão.

5) Posso usar o celular enquanto ele está carregando?
Em teoria, o uso do celular ao mesmo tempo em que ele carrega só faria a recarga ficar um pouco mais demorada. Porém, altas temperaturas podem ser registrada durante esse uso simultâneo, fazendo com que a performance da bateria diminua e que alguns componentes do celular sejam danificados. A dica, neste caso, é evitar utilizar aplicativos mais pesados, como jogos, no instante da recarga para diminuir o risco de um superaquecimento. Se durante o uso você sentir o aparelho aquecendo, desligue-o ou retire do carregador.

6) Carregadores veiculares danificam a bateria?
Esse tipo de carregador não costuma oferecer um funcionamento apropriado e oscilações podem causar danos irreversíveis à bateria. No entanto, isso também acontece para os carregadores de tomada. Por isso, sempre dê preferência por carregadores originais com a mesma especificação do seu celular. Ainda que sejam de outras marcas, os acessórios originais oferecem mais segurança e, em alguns casos, garantia de fábrica.

7) Carregadores turbo funcionam em todos os celulares?
Sim e não. Com mais potência que os modelos tradicionais, os carregadores turbo são aqueles que completam a bateria do celular mais rapidamente, mas não funcionam com qualquer modelo. Estes acessórios têm um filtro que permite regular a potência de carga para não danificar seu aparelho. Assim, caso seu smartphone não tenha suporte para a tecnologia, ele não terá um carregamento veloz, mas o acessório funcionará como um carregador tradicional.

8) Celular muito quente pode estragar a bateria? 
Sim, manter o smartphone exposto a temperaturas muito altas pode drenar a bateria de forma mais rápida, o que, por consequência, pode diminuir a vida útil dela. Em ambientes fechados, como sua casa ou trabalho, evite mantê-la próxima a locais quentes. Para uso no automóvel, o recomendado é procurar um local com menor exposição solar – não coloque o aparelho próximo às janelas, por exemplo. Lembre-se sempre: celular e sol não combinam.

9) Baterias podem explodir?
Por mais que não seja comum, mau uso da bateria ou erros de engenharia cometidos pela fabricante do celular podem ocasionar explosões. Foi o que aconteceu com o Galaxy Note7, no fim de 2016. Em situações normais, no entanto, o sistema que mantém a temperatura do aparelho estável funciona corretamente. Caso haja um superaquecimento, a bateria torna-se inoperante, evitando um incidente maior.

10) A bateria perde força com o tempo?
Assim como os demais equipamentos, em que existe um desgaste natural de sistema e peças, a bateria do celular também está sujeita a perda de seu rendimento com o tempo. Sua vida útil é, em média, de um sem apresentar problemas. Depois disso, é natural que o desempenho apresente uma queda. No entanto, todos os fatores citados nos itens anteriores ajudam a prolongar esse período.

terça-feira, 8 de maio de 2018

🐿 A verdade sobre o 'link do esquilo' que trava o WhatsApp no Android

Tem circulado entre usuários do WhatsApp um tal de "link do esquilo": uma mensagem, acompanhada de um emoji do roedor, que, quando é tocada, acaba travando alguns smartphones Android. Tem gente dizendo até que se trata de um vírus perigoso.

Mas não é bem assim. O tal link do esquilo é uma combinação de caracteres que aparece invisível no celular de quem recebe a mensagem.

Ao tocar na mensagem, o WhatsApp tem problemas para interpretar a sequência de caracteres e trava. Mas trata-se de um bug inofensivo. Basta reiniciar o smartphone e ele volta ao normal, sem danos permanentes ao sistema ou ao aplicativo.

Como explica o site E-Farsas, dá para visualizar o truque abrindo a mensagem pelo WhatsApp Web, a versão para PC do aplicativo. Selecione a mensagem com o esquilo, clique com o botão direito do mouse e selecione "Inspecionar". Você verá que há uma corrente de códigos escondidos naquele espaço em branco ao lado do emoji.


A história de que se trata de "um dos malwares mais poderosos já vistos" é falsa. O bug não carrega qualquer vírus no smartphone, não grava o som ambiente e não acessa mensagens de outras conversas do WhatsApp. Ele apenas interrompe o app.

Não é possível instalar um vírus num smartphone somente a partir de uma mensagem de WhatsApp. Um vírus é como um app: precisa ser manualmente instalado no celular. Em alguns casos, requer até modificações nas configurações do Android.

Se você receber a mensagem do esquilo e tocar nela, não se desespere. O travamento é momentâneo. Se receber uma mensagem dizendo que o tal "link do esquilo" é um vírus, não acredite, não compartilhe e explique à pessoa que mandou que essa história não é real.

O fenômeno das notícias falsas ("fake news") se espalha mais rápido e é mais nocivo do que qualquer emoji de esquilo no WhatsApp.
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