sexta-feira, 20 de abril de 2018

👨‍🎓 Google oferece bolsas para estudantes de Ti na América Latina

O LARA (Latin America Research Awards), projeto do Google que oferece bolsas de estudos para pesquisas em computação, está com inscrições abertas até 25 de maio.


O programa está em seu sexto ano consecutivo e mais de 70 projetos já foram bolsistas, entre novas pesquisas e extensões. Para se candidatar, os estudantes devem acessar este link e inscrever suas pesquisas. 

Com foco em solucionar desafios atuais por meio da tecnologia, os projetos candidatos podem ser de diferentes áreas - de empreendedorismo à saúde. As pesquisas cadastradas serão avaliadas pelos engenheiros do Centro de Engenharia do Google, em Belo Horizonte (MG), e os resultados serão anunciados em julho.

Os campos de pesquisa contemplados são: Geo/Maps; Interação entre humanos e computadores; Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica); Internet das coisas (incluindo cidades inteligentes); Machine learning e data mining; Dispositivos móveis; Processamento natural de línguas; Interfaces físicas e experiências imersivas; Privacidade e Outros tópicos relacionados à pesquisas na web.

No ano passado, o LARA reuniu, pela primeira vez, pesquisadores e empreendedores para debater problemas comuns, permitindo a troca de conhecimento e ideias e colaboração entre pessoas de diferentes áreas. Na ocasião, 27 projetos foram vencedores.

Foram selecionados projetos que apresentaram desde tecnologia para ajudar desenvolvedores a identificar se seus apps funcionam perfeitamente em diferentes versões do Android a sistemas para detectar anomalias em entradas e inovações para diagnosticar crianças com autismo.

⌨ Google lança aplicativo grátis que ensina programação

Saber a programar é tida como uma das habilidades mais importantes deste século e o Google tem bastante interesse que uma nova geração de profissionais saiba como desenvolver software, afinal, é o que movimenta a empresa. 

A companhia tem lançado uma série de iniciativas para ensinar programação e novas tecnologias, inclusive para brasileiros, e a última delas consiste em um aplicativo bem ágil.

Batizado de Grasshopper, o aplicativo recorre a ilustrações e problemas simples para ensinar a programar na popular linguagem JavaScript. A expectativa é que mesmo aqueles que não tenham nenhuma experiência na área consigam aprender. O app está disponível para aparelhos Android na Play Store e para iOS na App Store e, por enquanto, sem tradução para o português.

Como funciona:

O app introduz uma breve aula sobre programação, traz exercícios, questões de múltipla escolha e teorias mais aprofundadas. Ele usa de recursos de gamificação para tornar o aprendizado divertido. O app já superou mais de 100 mil instalações nos três dias em que ficou disponível e a maioria das avaliações se mostrou positiva.

"Você não precisa de um laptop sofisticado ou de uma sala de aula para escrever código", diz a companhia na descrição do app. "Você já tem um supercomputador no seu bolso. Então ligue seu smartphone e inicie a codificação durante o intervalo comercial", completa.

O app foi desenvolvido pela chamada Área 120 do Google, uma espécie de incubadora dos projetos dos próprios funcionários da companhia.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

🖨 Startup cria impressora que não precisa de tinta

Já pensou em quanto você gasta com cartuchos de impressão? Por mais baratos que sejam, eles se tornam despesas constantes na vida de qualquer um que tenha uma impressora. E uma alternativa para acabar com esses gastos pode estar mais perto da realidade.

A Tocano, startup que desenvolveu uma técnica de impressão sem tinta, recebeu um financiamento anjo de 1,2 milhão de euros. O valor servirá para ajudar a empresa a atingir o que eles chamam de “performance de impressão competitiva”.

O método da startup permite imprimir documentos em preto e branco sem a necessidade de cartuchos ou de papéis especiais. Sob a marca Inkless, a impressora usa um laser infravermelho para carbonizar a superfície do papel e gravar as informações.

A imagem abaixo mostra um protótipo da impressora e um exemplo de uma impressão:


Atualmente, alguns aparelhos prometem realizar a tarefa de forma parecida, mas existem exigências como usar somente papéis compatíveis. Segundo os desenvolvedores, a Inkless é capaz de imprimir a cor preta em tons tão escuros quanto os das impressoras convencionais.

A Tocano foi fundada em 2015 por dois estudantes da Delft University of Technology, na Holanda. Hoje, a startup tem uma equipe de oito funcionários e faz parte de uma incubadora.

Apesar do investimento, a empresa entende que até o final do ano será necessária uma nova rodada para, de fato, construir seu primeiro produto comercial. Detalhes como o valor para venda ainda não foram definidos.

Porém, a empresa já sabe que seu primeiro produto se concentrará no setor industrial. A ideia é reduzir os gastos com etiquetas de códigos de barras e prazos de validade, por exemplo. Só depois é que o produto deverá ser levado para outros segmentos, incluindo os usuários individuais.

📱 Ganhe dinheiro jogando em seu celular

Você passa a maior parte do seu tempo livre jogando? Então que tal receber por isso? Vamos ensinar como receber dinheiro jogando no celular.


Vários aplicativos na Play Store nos pagam por baixar aplicativos, responder perguntas, tirar fotos, ver anúncios etc; mas são poucos os que pagam para jogarmos em nosso celular, que hoje já é algo bastante comum.
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Como receber dinheiro jogando no celular

1) - Acesse o site do PlayMobo;

2) - Clique em copy e depois em Go Get It;


3) - O site vai te mandar para a Play Store, baixe o aplicativo;

4) - Abra o aplicativo e clique no canto superior esquerdo como na imagem abaixo;


5) - Clique em Sign in para entrar com o Facebook;



6) - Após logar no Facebook, clique em Earn no canto inferior direito;



7) - Onde está marcado na imagem abaixo você deverá colar o código copiado do site do PlayMobo (passo 2);

8) - Após colocar o código você já poderá ganhar pontos jogando e trocá-los por dinheiro ou gift card.


Posso ganhar dinheiro sem jogar?

Sim, você poderá divulgar o seu código para seus amigos, assim quando eles se cadastrarem e colocá-lo você também ganhará um valor extra. Outra maneira de ganhar pontos e através das suas redes sociais, compartilhando o aplicativo, visualizando alguma postagem na página do PlayMobo.



Como trocar meus pontos por dinheiro ou Gift Card?

No canto superior direito você verá seus pontos atuais, clique nele;


Por enquanto somente o da Google Play, Amazon, Steam e Paypal estão disponíveis. Para receber em dinheiro você precisará de uma conta no Paypal.

terça-feira, 17 de abril de 2018

👀 DICA: Como identificar um golpe ou ciberameça no WhatsApp

O WhatsApp se tornou um dos principais alvos dos hackers no Brasil. Somente no último trimestre de 2017 foram identificadas mais de 44 milhões de ameaças disseminadas por meio do app de mensagens instantâneas. 

Dada a sua popularidade e alcance, não é de se estranhar que cibercriminosos dediquem tempo e criatividade para lançar campanhas cada vez mais engenhosas. Há relatos de golpes que prometem desde kits de beleza, isenção de pagamento do IPVA e até mesmo figurinhas do álbum da Copa do Mundo. Temas pontualmente populares, como datas comemorativas ou eventos esportivos, por exemplo, servem de inspiração para os cibercriminosos. É preciso redobrar a atenção nessas datas.

Pensando no assunto, a Sophos, empresa de segurança de rede e endpoint, elencou algumas dicas sobre como identificar golpes no WhatsApp. O conselho que fica é: se a oferta parece ser boa demais para ser verdade é porque provavelmente ela terá seu preço - a sua privacidade e segurança da informação. Na lista abaixo, quatro dicas essenciais para evitar esses golpes e proteger melhor seus dados pessoais:

1. Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é! - Se a promoção é muito chamativa ou estão oferecendo ótimos produtos de graça, provavelmente é uma farsa. Recentemente, um link foi enviado via Whatsapp nos EUA dizendo que uma grande companhia aérea estava dando passagens de graça - este é o primeiro alerta.

2. Preste muita atenção aos detalhes - às vezes, um link pode parecer legítimo porque a URL é semelhante ao do site da empresa. Criminosos usam caracteres fora do alfabeto romano (A à Z), mas que parecem ser, para confundir os usuários. Em alguns casos, é possível ver um ponto extra no meio da URL, evidenciando que o caminho é falso.

3. Verifique com o remetente - se um link aparecer em uma conversa sem qualquer contexto, seja cauteloso. É possível que o outro celular esteja comprometido e enviando links falsos para os contatos.

4. Use serviços de segurança móvel - a melhor maneira de proteger informações privadas no celular é a combinação de um serviço de segurança móvel e boas práticas para reconhecer um link falso quando ver um.

📲 Saiba como remover vírus e malware do seu aparelho Android

Vírus para aparelhos Android são raros, mas existem. Eles são quase sempre instalados por meio de apps enganosos. 

Por isso, a melhor maneira de evitar um vírus Android é se manter protegido baixando apenas software pela Google Play Store. 

Se um aplicativo malicioso acabar entrando na Play Store, o Google rapidamente irá retirar o aplicativo da loja e desinstalá-lo do seu aparelho, como já aconteceu algumas vezes, incluindo casos recentes em janeiro e março deste ano. 

Caso o seu aparelho seja infectado com algum malware, vamos explicar como colocá-lo no Modo Seguro (Safe Mode), remover o status de administrador do app malicioso (caso necessário) e desinstalar o app. Caso tudo isso falhe, então o indicado é restaurar as configurações de fábrica para remover o bug de uma vez por todas apesar de você provavelmente não preferir isso, caso não tenha feito backup. 

Antes de começar, vale destacar que o seu smartphone ou tablet Android provavelmente não possui um vírus. O que é mais provável que você esteja vendo é um anúncio que quer te convencer que o dispositivo está infectado e que você precisa baixar um app ou mesmo que o dispositivo esteja apresentando um comportamento mais lento do que o comum.

De onde vem os vírus para Android?

A principal forma para um vírus Android entrar no seu smartphone ou tablet é por meio de um aplicativo. Isso vale para alguns dos principais vírus que tomaram as manchetes nos últimos anos: Gunpoder, Ghost Trojan, Googlian e Godless. O Skygofree é outro poderoso malware/spyware Android que é instalado no seu aparelho por meio de links de download disponibilizados em sites falsos que fingem ser sites verdadeiros de marcas oficiais, como operadoras móveis.

Os vírus Android possuem objetivos diferentes, com casos de ameaças que rodam processos maliciosos no seu aparelho, roubam dados pessoais ou baixam software adicional, que nem sempre são maliciosos. Independente de qual o objetivo deles, você não os quer no seu gadget. 

Como evitar vírus e malware no Android

-Não baixe aplicativos fora da Google Play Store, a não ser que saiba o que está fazendo. Essa funcionalidade deverá estar desabilitada por padrão, mas para verificar você pode acessar o menu de Configurações/Ajustes (Settings)) do aparelho, ir até a seção de Segurança (Security), e depois garantir que a opção Fontes Desconhecidas (Unknown Sources) está desabilitada. Caso for instalar um app de fora da Google Play, tenha total certeza de que ele tem origem em uma fonte legítima e não venha de um site falso.

1- Evite aplicativos clonados. Na maior parte das vezes você estará seguro baixando aplicativos pela Play Store. Mas já foram encontrados apps com código malicioso na loja do Google. Evite baixar software que pareçam apps clonados e tenham origem em desenvolvedores desconhecidos, ou aplicativo que simplesmente não fazem o que prometem (para isso, pode ser interessante ficar de olhos no reviews da Play Store).

2- Verifique as permissões dos aplicativos. Não importa de onde você está instalando o aplicativo, verifique as suas permissões necessárias antes de apertar o botão “instalar”. Nunca permite um app com permissão de administrador do aparelho, o que evite que ele seja apagado. E um app de reprodução de vídeos realmente precisa visualizar os seus contatos? Como falado acima, você pode verificar os reviews on-line e navegar pelo site do desenvolvedor para checar a confiabilidade da fonte.

3- Mantenha o Android atualizado: as versões mais recentes do sistema não estarão necessariamente disponíveis para o seu smartphone ou tablet, mas você deve verificar se o dispositivo está com a atualização mais recente. Na próxima vez que for comprar um aparelho, considere uma marca que seja conhecida pelos updates de sistema liberados de forma periódica.

4- Instale um aplicativo de antivírus. Você não precisa necessariamente de um antivírus no seu aparelho Android, mas pode ser uma boa se for te deixar um pouco mais tranquilo sobre ameaças contra o dispositivo. Além disso, esses apps também possuem funcionalidades úteis. A nossa opção favorita para Android é a Bitdefender, mas existem diversas opções eficientes no mercado.

Como remover um vírus do Android

Em primeiro lugar, coloque o seu smartphone ou tablet no Modo Seguro. Isso evita que qualquer app de terceiros rode no aparelho, incluindo qualquer malware. Em muitos aparelhos, você pode apertar o botão “power” para acessar as opções de “ligar/desligar”. Feito isso, então aperte e segure o botão Power para acionar a opção para reiniciar o dispositivo no Modo Seguro. 

Caso esse comando não funcione, então procure no Google como colocar o modelo do seu smartphone no Modo Seguro (Safe Mode) e siga as instruções. Quando o aparelho estiver no Modo Seguro, você verá um aviso com os dizeres “Modo Seguro” no canto inferior esquerdo da tela.

Então abra o menu de Ajustes/Configurações e escolha a opção Apps. Então certifique-se de estar visualizando a aba Baixados (Downloaded) isso vai depender da versão do Android que você está rodando.

É provável que você saiba mais ou menos quando o seu smartphone ou tablet começou a se comportar de maneira estranha, e normalmente é possível alinhar isso com um novo aplicativo que possa ter sido baixado. Caso não saiba o nome do app que infectou seu aparelho, navegue pela lista de aplicativos em questão e busque por algo que pareça estranho e/ou falso, que você saiba que não instalou ou que não deveria estar no seu dispositivo. Toque no app malicioso em questão para abrir a sua página de informações e então clique na opção Desinstalar (Uninstall).

Na maioria dos casos, isso é tudo que você precisa fazer para remover o vírus, mas ocasionalmente poderá encontrar o botão de Desinstalar desabilitado. Isso acontece quando o vírus concede status de administrador para ele próprio.

Então saia do menu Apps e toque em Configurações, Segurança (Security), Administradores do Aparelho (Administrators). Lá você encontrar uma lista com todos os apps do seu aparelho com status de administrador. Depois simplesmente desmarque a caixa do app que quer remover, então toque em Desativar (Deactivate) na tela seguinte. Agora você deverá poder voltar ao menus de apps e remover esse aplicativo. 

Com o vírus agora fora do seu smartphone ou tablet, tudo que você precisa fazer é reiniciar o aparelho para retirá-lo do Modo Seguro.

Agora que ele está funcionando corretamente, é uma boa ideia fazer backup de todos os seus dados, especialmente os mais importantes/sensíveis, e instalar um aplicativo de antivírus para te auxiliar na proteção do dispositivo.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

🌎 8 dicas para evitar compartilhar dados pessoais na internet sem perceber

Houve um tempo em que a internet era associada ao anonimato. Agora, está comprovado que é justamente onde se pode mais encontrar dados sobre nós.

O escândalo envolvendo a consultoria Cambridge Analytica e o Facebook foi o mais recente a mostrar o quão importante é a informação que publicamos online.

Nossos dados não só podem ser usados para nos roubar dinheiro do banco, mas também para influenciar o que compramos, para onde viajamos, onde comemos e talvez até mesmo em quem votamos.

A seguir, conheça oito formas de evitar compartilhar na internet uma informação que só você deveria saber.

1. Garanta que sua conta de email está segura
Uma forma simples de hackers, agências de espionagem e outros obterem sua informação pessoal é por meio do seu email.

Ali estão seus contatos, o que você tem feito e a informação compartilhada com outras pessoas.

Para saber se seu email está comprometido ou não, é simples: coloque seu email no site Haveibeenpwned.com.*

Esse serviço tem em sua base de dados todas as contas de email que foram comprometidas em empresas como como Adobe, Stratfor, Gawker, Pixel Federation, Yahoo!, Sony e Vodafone.

Em caso positivo, o site te oferece três passos seguintes: mudar sua senha, acrescentar um outro modo de autenticação e receber um aviso caso haja um novo vazamento de contas de email, para que você fique alerta.

2. Bloqueie desconhecidos
Há ferramentas, como as conexões Bluetooth e Airdrop, que permitem enviar e receber arquivos para e de pessoas que se encontram ao seu redor, ainda que você não as conheça.

Se você está com elas ativadas, garanta que só pode receber arquivos com seu consentimento ou as desative por completo. Assim, você reduz o risco de receber um vírus que comprometa seus dados.

3. Evite os 'preços inteligentes'
Talvez você já saiba que, quanto mais consultas faz em um site de uma empresa aérea ou em um comparador de preços de passagem, mais caras elas ficam. É o chamado preço personalizado. As empresas detectam seu interesse e se aproveitam disso.

Para evitar, use o modo de navegação anônimo e em diferentes aparelhos para comprovar que os valores não estão aumentando.

4. Mantenha a salvo sua conta antiga do Yahoo
Se você tinha uma conta no Yahoo em 2013, ela foi com certeza hackeada, como a própria empresa reconheceu no ano passado.

Por isso, ainda que ela não seja mais importante e você não a use mais, garanta que ela está segura mudando a senha e ativando diferentes formas de autenticação.

5. Faça uma faxina digital
Especialistas recomendam que, ao menos uma vez por ano, você faça uma limpeza em seu celular e em sua conta do Facebook.

Assim, você elimina aplicativos que não usa mais e que continuam a coletar seus dados sem motivo.

O mesmo vale para amigos e contatos na rede social com quem você não fala mais. Eles não precisam ter acesso às sua informações.
6. Proteja seus amigos

Se você permite que um aplicativo tenha acesso a suas fotos ou localização, é uma decisão sua, mas proteja seus amigos.

Deixar que um programa veja o que está na sua lista de contatos deixa vulnereáveis os amigos que estão ali. Lembre-se que foi assim que a Cambridge Analytica conseguiu milhões de dados sem o conhecimento dos usuários do Facebook.

7. Projeta as crianças
Cuide também das informações e dados sobre seus filhos. Quando compartilhar uma foto deles, faça isso de forma privada. Se o fizer publicamente, o Google encontrará e o que está no Google está no alcance de todo mundo.

8. Valorize sua privacidade
Pode parecer óbvio, mas muitas vezes subestimamos o que a internet sabe sobre nós e que não nos protegemos suficientemente.

Talvez você não tenha nada a esconder, mas ninguém que você não queira precisa saber do que você não gosta ou os filmes que você viu ou o casaco que você planeja comprar.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

📚 Udacity seleciona 15 mil estudantes para programa de bolsas em ciência de dados

Udacity está com inscrições abertas para bolsas de cursos em ciência de dados. 
A iniciativa global é oferecida em parceria com o grupo alemão Bertelsmann e vai selecionar 15 mil estudantes interessados ao redor do mundo, incluindo brasileiros. O objetivo é preparar mais profissionais para atuar na área, considerada a mais promissora do século XXI, segundo uma pesquisa da Harvard Business Review.
Primeira fase da seleção
As inscrições são gratuitas e estão abertas até 22 de abril no site da Udacity. Os bolsistas serão divulgados no mês de maio. Os 15 mil candidatos aprovados serão contemplados com uma bolsa integral para o curso Introdução à Estatística Descritiva, com duração de três meses. Durante essa primeira fase, os estudantes também receberão suporte de mentores da Udacity e uma comunidade on-line de estudantes.
Segunda fase do projeto
Após essa etapa, os 15 mil alunos mais bem avaliados ganharão uma segunda bolsa, elegível para um dos seguintes cursos Nanodegree da Udacity, conforme sua escolha: Fundamentos de Análise de Dados, Analista de Dados ou Cientista de Dados. Qualquer opção escolhida contará com revisão de projetos por especialistas, mentoria e suporte.
Introdução à Estatística Descritiva:
Conceitos básicos usados para descrever dados, métodos de pesquisa estatística, visualização de dados e predições com dados.
Fundamentos de Análise de Dados: 
Fundamentos básicos sobre manipulação, análise e visualização de dados.
Analista de Dados: 
Como ter ideias e tirar conclusões, comunicar descobertas e criar soluções orientadas a dados.
Cientista de Dados: 
Análise de dados, criação de painéis de visualização e construção de modelos preditivos.
Aulas em português
As aulas serão ministradas em inglês ou português, à escolha do aluno, na plataforma digital da Udacity. Já outras atividades, como interação com a comunidade, serão realizadas em inglês. Para concorrer a uma bolsa, basta ter mais de 18 anos. Não é necessário comprovar conhecimento ou experiência prévia na área de ciência de dados.
Como serão escolhidos os bolsistas
De acordo com a Udacity, os 15 mil bolsistas serão escolhidos com base nos seguintes critérios: diversidade de perfil e de experiência, ser orientado a metas e querer causar impacto, mostrar determinação e garra, e ter disponibilidade para dedicar tempo ao curso.
Já a seleção dos 1,5 mil que poderão escolher um novo curso da Udacity será baseada nas seguintes premissas: finalizar todas as lições e quizzes do curso Introdução à Estatística Descritiva, ter alto nível de participação e de suporte aos colegas na comunidade online disponibilizada aos alunos, e passar pela reavaliação do perfil enviado.

🖥 Google espera capacitar 20 mil profissionais brasileiros em programa gratuito


O Google anunciou a ampliação da campanha Cresça com o Google, iniciativa gratuita para capacitar pessoas e empresas com habilidades digitais. Em um piloto no último ano, foram treinadas mais de 5 mil pessoas em Salvador (BA) e Recife (PE). 

Com a expansão, espera-se treinar presencialmente 20 mil pessoas de abril a julho em três diferentes capitais do país. A primeira edição da nova etapa do projeto será em Teresina (PI), nos dias 25 e 26 de abril.

O programa, que nasceu do histórico da empresa em criação de produtos e serviços conectando pessoas e empresas em momentos importantes e possibilitando crescimento e sucesso on-line, tem como objetivo ajudar profissionais e estudantes em todo o Brasil a acessarem o melhor conteúdo e ferramentas do Google para aprimorarem suas habilidades, carreiras e negócios. O treinamento é composto por três áreas de conhecimento:

Treinamento de Marketing Digital

Em um mundo digital, o mercado de trabalho muda muito rápido. Para sobreviver você precisa se manter atualizado. Aprenda sobre conceitos básicos de marketing digital incluindo temas como estratégia, websites, links patrocinados, mídias sociais, ferramentas e soluções digitais do Google.

Womenwill – Capacitação para mulheres

Capacitação para o desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres, com temas como liderança feminina, técnicas de negociação, finanças pessoais, ferramentas e soluções digitais do Google.

Formação digital para professores

Curso para professores e educadores sobre segurança on-line e cidadania digital, com sugestões de atividades para aplicação dos conceitos em salas de aula. E aprenda também a usar o YouTube EDU como suporte didático para seus alunos e receba dicas para utilizar o YouTube para produzir seu próprio conteúdo.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

🚔 Como assim? App da Uber vai "prever crimes" e bloquear viagens de risco


A tecnologia, que parece ter saído do filme Minority Report, vai contar com um algoritmo para identificar possíveis viagens de risco e bloqueá-las antes que o motorista pegue o passageiro. Segundo a empresa, a ferramenta foi desenvolvida por uma equipe de cientistas de dados, engenheiros e especialistas.

Os algoritmos envolvidos na análise da viagem aprendem de forma automatizada a partir dos dados envolvidos em um pedido de corrida. As viagens que têm potencial de serem arriscadas são bloqueadas a não ser que o usuário forneça detalhes adicionais de identificação na plataforma.
Descrição: https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1523553591021

Durante qualquer viagem com a Uber, são coletados diversos dados que são utilizados para essa análise do algoritmo. Até mesmo comentários feitos no aplicativo, seja por motoristas ou usuários, são usados nessa análise. A tecnologia vai utlizar, então, viagens anteriores para ter uma compreensão mais abrangente do cenário de segurança.

A Uber explicou ao UOL Tecnologia que vários fatores serão levados em conta, mas os mais importantes são horário, localização, histórico do usuário e forma de pagamento. O algoritmo ainda também identifica uma repetição de padrões nas corridas que podem acontecer em casos de assaltos.

Um exemplo é um usuário com apenas uma viagem no histórico pedir um carro em uma área perigosa, às duas da manhã, com pagamento em dinheiro. Caso a viagem seja bloqueada, o usuário pode ter que fornecer mais informações (como outras formas de pagamento ou comprovantes de pagamento) e o app fará uma segunda checagem do usuário, como conferência de CPF.

Ao UOL Tecnologia, a Uber disse que não fará bloqueio de áreas e não quer que a tecnologia afete periferias por serem "áreas muito importantes para a Uber", mas que possíveis alterações podem acontecer se um comportamento padrão for identificado em algum local. Usuários novos também podem ser prejudicados por não terem histórico de corridas a dica, então, seria pedir carros em outros horários e lugares.

Ajudar a polícia a resolver crimes

Presente na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD) que ocorre em São Paulo, a Uber também tem dado exemplos de como pode auxiliar autoridades a solucionar crimes locais. Um citado é o caso de 2017, em que a empresa identificou dez motoristas que estavam próximos à Ponte de Westminster quando um terrorista atropelou um grupo de pessoas.

Os motoristas da Uber viraram testemunhas-chave no caso para encontrar o criminosos. Soluções como essa podem vir ao Brasil para auxiliar a resolução de crimes que ocorrem nas ruas.

Tecnologias empregadas na solução de crimes têm se tornado uma tendência. No Estados Unidos, a polícia já expediu mandados de busca para o Google para obter dados de celulares de usuários que estavam no determinado raio onde um crime foi cometido. Policiais também já solicitaram à Amazon que dados de voz coletados pela Alexa fossem repassados em uma investigação.

Fonte: UOL

💾 Facebook vai pagar, no mínimo, US$ 500 por denúncias envolvendo abuso de dados

Como prometido há algumas semanas, o Facebook lançou o seu programa "Data Abuse Bounty", que vai recompensar pessoas que denunciarem qualquer uso indevido de dados por desenvolvedores de aplicativos. 

Segundo Collin Greene, Líder de Segurança de Produtos, a iniciativa integra "esforços para descobrir com mais velocidade potenciais abusos em relação às informações das pessoas".

A proposta se inspira no programa para identificar bugs e solucionar problemas de segurança que, segundo o Facebook, já concedeu mais de 40 mil dólares para pessoas que chamaram a atenção para suas descobertas.

Como funcionará

Mas não pense que qualquer relato de apps potencialmente invasivos ou denúncias baseadas em especulações serão premiadas. De acordo com o Facebook, o programa recompensará pessoas que comprovarem que um app dentro da plataforma "coleta e transfere dados das pessoas para um terceiro que os venderá roubará ou os usará para golpes ou até influência política". 

"Analisaremos todas as denúncias feitas e responderemos o mais rápido possível quando identificarmos uma ameaça às informações das pessoas. Se confirmarmos o abuso de dados, encerraremos o aplicativo ofensor e tomaremos medidas legais contra a empresa que está vendendo ou comprando os dados, se necessário. Pagaremos a pessoa que denunciar o problema e também alertaremos aqueles que acreditamos que tenham sido afetados", explicou Greene.

Quanto será pago?

O Facebook definiu um valor mínimo de US$ 500 para casos comprovados de abuso no uso de dados, mas disse que o valor pode variar de "acordo com o impacto de cada denúncia". 

A companhia disponibilizou um canal para esclarecer dúvidas a respeito do seu novo programa de recompensas, além de ensinar um passo a passo para denunciar abusos. Acesse no link.

terça-feira, 10 de abril de 2018

👀 Roubaram ou não roubaram seus dados do Facebook? Este link vai te dizer...

Se você ainda não sabe se foi um dos 87 milhões afetados pelo escândalo do uso indevido de dados de usuários do Facebook, saiba que a rede social já viabilizou duas maneiras de descobrir.

Falamos sobre uma delas: uma notificação que será enviada para todos os usuários. A outra foi descoberta pelo jornal "The Guardian" nesta terça (10): uma nova página de ajuda do Facebook.

Se estiver logado no Facebook e clicar neste link (ou pesquisar pelo título original da nota "How can I tell if my info was shared with Cambridge Analytica?" ou "Como posso saber se minhas informações foram compartilhadas com o Cambridge Analytica?), aparece de cara a informação.

Ali, o Facebook checa o seu perfil e informa a sua situação particular em relação ao caso.

A maioria dos usuários verá uma mensagem dizendo o seguinte: "Com base em nossos registros disponíveis, nem você, nem seus amigos entraram no aplicativo "This Is Your Digital Life". Como resultado, não parece que suas informações do Facebook tenham sido compartilhadas com a Cambridge Analytica pelo aplicativo "This Is Your Digital Life".

O tal aplicativo foi usado pelo psicólogo Alexandr Kogan em 2013 e era um teste de personalidade que serviu para pegar dados de inicialmente 270 mil usuários, mas que também se ramificou para amigos destes usuários, alcançando assim 87 milhões de perfis do Facebook.

A outra mensagem da página de ajuda do Facebook deve dizer o inverso: que você foi afetado e teve seus dados usados pela Cambridge Analytica em suas estratégias.

Notificação

Fique de olho também se aparece no seu Feed de Notícias uma das notificações acima, pois elas também se referem ao escândalo da Cambridge e explicam a situação de cada usuário. 

A tela à esquerda na imagem será vista pelos usuários que não foram afetados pela violação de dados da Cambridge Analytica, enquanto a da direita será para os que foram afetados.

O Facebook estima que os dados do Facebook de até 87 milhões de pessoas"podem ter sido compartilhados de maneira imprópria" com o Cambridge Analytica durante a eleição presidencial dos EUA.

Desse total, estima-se que 70,6 milhões foram apenas nos EUA, seguido de Filipinas (1,1 milhão), Indonésia e Reino Unido (1 milhão), México (789 mil), Canadá (622 mil), Índia (562 mil), Brasil (443 mil), Vietnã (427 mil) e Austrália (311 mil).









sexta-feira, 6 de abril de 2018

💰 Novo golpe no WhatsApp promete resgate de R$ 1.900 do FGTS

Se você receber uma mensagem no WhatsApp envolvendo o FGTS, cuidado. O mais novo golpe envolvendo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço já atingiu mais de 70 mil usuários.

A fraude, identificada pelo laboratório de segurança da Psafe, promete o resgate de valores de até R$ 1.900 a pessoas que trabalharam no regime da CLT entre 1998 e 2018.

Segundo a empresa, o golpe envolve um link malicioso. Ao clicar, a vítima é direcionada para uma falsa página e induzida a responder perguntas. Ao final, ela precisa compartilhar o falso benefício com seus contatos do WhatsApp para ter acesso ao dinheiro.

O principal objetivo do golpe é o cadastro em serviços de SMS pago sem o conhecimento da vítima.

O texto da mensagem que anda circulando por aí é:

Reprodução/Psafe

"Quem trabalhou entre 1998 a 2018 com carteira assinada pode receber na caixa 2 salários minimos [sic]. Confira se seu nome tá [sic] na lista dos que podem sacar os R$ 1908,00".

Observe que há erros de acentuação e abreviações de palavras. Por isso, desconfie de qualquer mensagem que sigam padrões como esse.

Outro modo de evitar golpes assim é procurar orientações nos sites oficiais dos serviços. Neste caso, a Caixa Econômica Federal.
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